“Fomos muito bem, mas estivemos tão perto de conseguir coisa melhor... Os jogos contra a Holanda e a Alemanha foram muito equilibrados. Faltou sorte, já que jogamos desfalcados. Ficamos com a impressão de que dava para buscar mais do que o quarto lugar, mas ao chegar ao Uruguai e ver a gratidão do povo deu para entender o que fizemos. Foi uma campanha que a torcida reconheceu”, disse, em entrevista ao Jornal da Tarde.
Lugano sonha que a seleção possa manter o bom desempenho nos próximos mundiais, principalmente com uma continuidade do trabalho feito desde que o técnico Óscar Tabárez assumiu a equipe.
“A gente sonha que a celestre mantenha o crescimento. Vivemos um grande momento, mas o que marca um time não é ir bem só em um campeonato, mas sempre estar competindo em alto nível. Temos de aproveitar essa fase para crescermos em todos os setores”, afirmou.
“Foi tudo mágico. E, para completar, teve aquela loucura do Abreu”, comentou. “Cumprimentamos muito o Suárez pela sua atitude, que nos deu a classificação. E o Abreu tem personalidade e classe. Mesmo assim, desejamos que ele não batesse o pênalti daquele jeito. Todo mundo riu da loucura dele. O cara teve muito colhão”, completou.
“Saber disso [da torcida brasileira pelo Uruguai] me emociona muito. Acho que isso ocorreu porque o Abreu e eu temos uma boa imagem no Brasil. A celeste ganhou um carinho especial e é muito gratificante saber que esse carisma é de uma nação. O Brasil fez a gente se sentir melhor.”
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