Ele garante que não vai torcer por nenhum time na partida de hoje. No retrospecto, o são-paulino leva ampla vantagem sobre o irmão colorado
Lela acredita que a primeira partida poderá definir quem será o finalista da Libertadores.
- Se o São Paulo empatar ou vencer, dificilmente perde a vaga porque no Morumbi é praticamente imbatível em Libertadores e com o apoio do seu torcedor. Para o Inter, o segredo é primeiro não tomar gols e depois buscar a vitória. Acredito que será uma grande partida e não existe favorito. Sem dúvida, o momento do Inter é melhor, afinal ganhou os últimos quatro jogos. Mas o São Paulo sabe exatamente como se joga uma Libertadores e virá muito forte - ressaltou o ex-jogador.
Normalmente eles costumam fazer apostas para arrecadar alimentos para uma instituição de caridade. Mas, desta vez, ficou apenas um combinado: se algum dos dois for campeão da Libertadores e garantir presença no Mundial de Clubes da Fifa, nos Emirados Arábes, o outro irmão terá de viajar para ficar na torcida.
- Como o clima está tenso, eles preferiram não apostar nada. Mas ficou esse combinado para o final do ano - concluiu o pai.
Os dois irmãos também gostam de se provocar quando o assunto é um duelo em família. Mais novo, Richarlyson diz que sempre torce para Alecsandro ir bem nos jogos. Mas, claro, não neste.
- Independentemente de quem for à final, a família Felisbino estará representada na decisão da Libertadores. Estou sempre torcendo para o meu irmão jogar bem e fazer gols, mas, dessa vez, prefiro que a esposa dele e o filho dele chorem do que chorem meu pai e minha mãe - disse o são-paulino.
Do outro lado, Alecsandro brinca e até faz ameaça aos pais.
- Sempre tem aquela preferência pelo mais novo, mas se eles ficarem em casa torcendo pelo caçula, nas férias do fim de ano eu vou ficar sozinho na minha casa e não vou ficar com eles lá eu Bauru não.
Richarlyson leva ampla vantagem no retrospecto