A má fase fez com que Gomes balançasse no cargo nos últimos dias, logo após o empate por 1 a 1 com o Grêmio Prudente. Entretanto, a diretoria decidiu manter o treinador, por conta da falta de opções no mercado para substituí-lo às pressas.
O cenário faz os são-paulinos admitirem o favoritismo do adversário. “O Inter voltou bem da Copa e conseguiu pontuar. É outra competição e, independentemente de estar bem ou mal no Brasileiro, o São Paulo saber jogar a Libertadores. Mas vamos deixar o favoritismo do lado de lá pelo que o Inter está jogando”, opinou Richarlyson, logo depois da derrota para o Santos por 1 a 0, na Vila Belmiro, no último domingo.
Foi o terceiro revés em quatro compromissos no segundo semestre – o time do Morumbi também perdeu para o Avaí (2 a 1) e Vitória (3 a 2).
“Somamos um ponto em 12 disputados. Agora não tem mais para onde correr. É fazer acontecer porque os próximos dias serão fundamentais para chegarmos a mais uma final de Libertadores. Não tem mais volta. É o jogo que vale o ano”, alertou o capitão Rogério Ceni.
Ricardo Gomes apontou uma evolução na equipe durante os dois últimos compromissos, apesar dos resultados negativos. Para ele, seus comandados tiveram uma postura mais aguerrida em campo, embora contra o Santos apenas dois titulares atuaram os 90 minutos (Ceni e Richarlyson).
(Fonte: UOL)
