"Quando não tem multa, facilita a saída de qualquer clube do Brasil para a Europa. Mas fiz um segundo contrato muito bom no São Paulo, por tudo aquilo que apresentei no fim de meu primeiro contrato. Sou muito grato à diretoria, e houve retorno da minha parte. Eu ficaria muito feliz em renovar e isso depende de meu trabalho. Se conseguir uma sequência legal de jogos como titular e o time tiver ascensão, minha permanência fica mais fácil", afirmou.
"Não tive contato com eles. Uma pequena parte da torcida me persegue, mas não me incomoda. A grande maioria dos torcedores do São Paulo gosta do meu trabalho. Eu jogo por eles, pelo presidente Juvenal Juvêncio e companheiros. Enche o saco repetir esse assunto. Se continuar aqui por dez anos, vão continuar me perseguindo", afirmou.
Aos 27 anos, Richarlyson ainda não foi procurado formalmente para negociar sua renovação, mas não segue o exemplo de outros jogadores experientes do São Paulo, que sonham em fazer a independência financeira no exterior. Miranda já chegou a afirmar que seu ciclo está próximo do fim e deve deixar o Morumbi até o fim de seu contrato, no meio do ano que vem. Jorge Wagner, por sua vez, tem um termo de compromisso para defender o Kashiwa Reysol em 2011.
"Mesmo ainda sem negociarmos a renovação, já houve conversa de canto, perguntaram se quero continuar. Estou feliz, aqui é o meu lugar. Se tiver renovação, vou continuar feliz. Se não acontecer, foram seis anos de muita vitória e luta", concluiu.
Crédito: Pedro Vilela/VIPCOMM
Fonte: Gazeta Esportiva